segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dia Da Valorização Da Vida

Campanha Dia Da Valorização Da Vida - Redes Sociais


Dia Da Valorização Da Vida
“Nas grandes batalhas da vida, O primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.”
Gandhi

A Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, realiza durante a 5ª Semana Da Juventude De Santos, que acontece no período de 11 a 18 de agosto de 2013, uma campanha educativa em prol da valorização da vida entre os jovens, inserindo o legado da Jornada Mundial da Juventude nos debates do cotidiano: “A Juventude Quer Viver!”
A juventude quer viver como protagonista de um mundo novo; compartilhando a cultura de paz entre as nações e  compartilhando a solidariedade entre as pessoas.
A Campanha Dia Da Valorização Da Vida da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U, nas redes sociais, almeja promover  e dar visibilidade a dois temas extremamente atuais: Jovens X Câncer, Jovens X Drogas.
O Evento Dia Da Valorização Da Vida, que acontece na Livraria Porto Das Letras, promove um bate-papo voltado para a saúde pública entre a juventude:  Jovens X Câncer com Gilze Francisco, Presidente  do Instituto Neo Mama de Combate ao Câncer de Mama; Jovens X Drogas com Eustázio Alves Pereira Filho, Vice-Prefeito de Santos, responsável pela implantação de políticas públicas sobre drogas. A mediação do bate-papo é de Jam Pawlak, Presidente da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U.

                                         Jovens X Câncer
      
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a principal causa de morte por doença na faixa etária entre 1 e 19 anos é o câncer. O câncer de mama, por exemplo, está atingindo quatro vezes mais mulheres jovens que no passado, como mostrou um estudo realizado pelo Hospital do Câncer A. C. Camargo, de São Paulo.
Entre os mais jovens, quanto maior a faixa etária, maiores as chances de desenvolver a doença. Levando em consideração o período entre os 5 e 18 anos, os tumores são mais comuns a partir dos 10 anos de idade, com 6,8% das mortes atribuídas a neoplasias, segundo o INCA; abaixo dessa idade o câncer é responsável por 2,1% dos óbitos. “Em geral, quanto mais jovem o indivíduo, melhor o funcionamento do organismo como um todo, inclusive o processo de multiplicação das células, que está diretamente relacionado à incidência de tumores”, explica o médico  Amândio Soares, “o perigo é acreditar que não existem exceções à ideia de que câncer é doença de gente mais velha”. Diversos estudos, inclusive internacionais, apontam a demora para o diagnóstico de neoplasias em jovens, principalmente adolescentes, com menor adesão ao tratamento e baixas taxas de cura. Existe ainda a hipótese de que os sintomas de alguns tipos de câncer são confundidos pelos adolescentes com outras doenças comuns entre jovens, o que faz com eles, e a própria família, demorem a
procurar atendimento médico; fator decisivo para a cura.


Ainda de acordo com o Inca, jovens entre 18 e 24 anos preferem alimentos como hambúrguer, cachorro-quente, batata frita, entre outros, que incluem fatores de risco e praticamente não apresentam nenhum fator protetor. A tendência se observa não só nos hábitos alimentares das classes sociais mais abastadas, mas também nas menos favorecidas. Segundo o Instituto, 42,1% dos brasileiros nessa idade tomam refrigerantes quase todos os dias. Apesar de o mercado oferecer cada vez mais versões com menos açúcar, como os diet e os light , somente 15% dos brasileiros optam por eles.  “Para reduzir as chances de desenvolver câncer é importante priorizar frutas, verduras e legumes, evitando alimentos gordurosos, salgados e enlatados”.

Os maus-hábitos alimentares começam na infância e tendem a seguir ao longo dos anos. “Já é de conhecimento da ciência que o tempo de exposição dos indivíduos aos fatores de risco está diretamente relacionado às chances de desenvolvimento de neoplasias”, afirma Amândio. Quanto mais tempo uma pessoa fuma, cultiva hábitos alimentares de risco, fica exposta ao sol sem proteção, faz uso de bebidas alcoólicas, entre outros, maiores as chances de ter câncer no futuro. “Em grande parte dos casos, os hábitos cultivados durante a juventude são responsáveis pelo câncer que surge após os 50 anos”, finaliza o médico.



O  câncer infanto-juvenil, que atinge crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, segundo uma pesquisa divulgada pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer) e pela SOBOP (Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica),  é a doença que mais mata  jovens na faixa dos 5 aos 18 anos no Brasil.
A doença corresponde entre 2% e 3% de todos os tumores malignos registrados no país. A leucemia, o linfoma e os tumores cerebrais são os tipos de câncer mais comuns nessa faixa etária. A pesquisa indica ainda o surgimento de aproximadamente 10 mil casos de câncer infanto-juvenil a cada ano no país a partir do biênio 2008/2009. O levantamento registrou dados entre 2001 e 2005 em 20 cidades em todas as regiões brasileiras.
O câncer de mama, em especial, é considerado raro entre adolescentes, mas o número de casos vem crescendo a cada ano. O câncer de mama  atinge pelo menos uma em cada 100 mulheres no Brasil na faixa entre os 13 e 16 anos.
                                        Jovens X Drogas

Sob o ponto de vista do Padre Agnaldo Soares Lima

“Basta que sejais jovens para que eu vos ame.”

Dom Bosco

“Quando o tema é drogas, jovens dependentes das drogas, a associação imediata é com “mundo do crime”, “violência”, “marginalidade”. Acreditamos, sobretudo, que este é um problema que diz respeito à juventude do morro, da favela ou àqueles cujos pais não cuidam e deixam os filhos “largados” por aí. Acreditamos também que nossos filhos estão imunes porque moramos num bairro bom ou porque ele está longe das más companhias. Aqui reside o perigo! Nenhuma família, independente de classe social, condição econômica ou local de residência está imune ao problema das drogas.

Na maior parte das vezes o que ouço dos pais que me procuram pedindo ajuda são frases como: - “foi sempre um bom filho, um menino carinhoso”; - “é uma jovem tão inteligente”; e assim por diante. As atitudes do jovem que se tornou um viciado nos enganam quanto ao seu perfil, que vai associado com agressividade, furtos, roubos, que, na verdade, já são consequências do uso das drogas. Para surpresa destes pais, gosto sempre de dizer que a personalidade do usuário em potencial é de alguém muito cativante, amável, sensível e muito inteligente. Seu envolvimento com as drogas nada tem a ver com ambientes ou más companhias. Isto pode ser apenas um elemento facilitador. O que o leva a buscar envolvimento com álcool e drogas são outros fatores, que passam decisivamente através da questão educação, autoestima, depressão.

O que muitos pais não sabem é que depende principalmente da forma como educam seus filhos para que estes venham ou não no futuro a se envolver com as drogas. Toda criança precisa de afeto e carinho para crescer de forma segura e sabendo valorizar a si mesma, descobrir suas capacidades e qualidades. Isto é fundamental para sua autoestima. Por outro lado a criança necessita também de limite, regras e disciplina. A vida não é fácil e temos que nos preparar para as dificuldades e para as frustrações. Uma criança que vai sempre acontentada em tudo, que acredita que vai sempre poder fazer e conseguir tudo o que quer, quando encontrar uma barreira, uma dificuldade que não consegue superar, não irá apenas se frustrar, mas irá ficar deprimida. A falta de confiança em si e a incapacidade de suportar um “não” ou qualquer tipo de obstáculo vai levá-la, inevitavelmente, a buscar uma fuga diante dos seus problemas. Esta fuga poderá ser o álcool ou as drogas.

Como se pode ver acima, dependência química (como é também chamado o uso das drogas) não é questão de malandragem ou banditismo, mas é doença, consequência de um processo de depressão. Assim sendo, é importante que os pais ao perceberem um comportamento diferente no filho ou na filha e desconfiando que possa estar se envolvendo com bebidas ou drogas, que procurem logo orientação e ajuda. Muitos pais, por medo ou vergonha de enfrentar tal problema vão sempre adiando o momento de reconhecer e assumir que seu filho ou sua filha podem estar tendo contato com as drogas. Isto não ajuda e somente piora a situação. Quando orientado logo no início é mais fácil do jovem ser ajudado para não se tornar um dependente. Se perceber que seu filho (a) mudou de comportamento, começa a mentir sobre onde vai ou sobre o que está fazendo, começa a tornar-se agressivo, é hora de acender a luz vermelha e colocar-se em alerta.

Constatar a possibilidade de tal envolvimento também não deve levar os pais ao pânico. É preciso muita serenidade, diálogo aberto e franco para enfrentar a questão. Em todas as cidades e, em geral ligados a alguma igreja, temos os grupos de apoio do Amor Exigente ou dos Narcóticos Anônimos, que oferecem orientação e ajuda para as famílias de como lidar com esta situação. Você não precisa nem esperar que o problema chegue até sua casa. Participe de algumas reuniões de um destes Grupos e receberá orientações preciosas que servirão para prevenir sua família e seus filhos deste mal.

De resto: carinho (abraço, beijo, diálogo), limite (regra, disciplina, horário) e valores morais e espirituais (religião, aprender a ajudar o próximo) será sempre a melhor forma de educação e de prevenção na formação de toda criança e jovem.”




Serviço: Dia Da Valorização Da Vida
Ação Livraria Porto das Letras
Dia 16 de agosto de 2013 – 18:00 horas
Av. Senador Pinheiro Machado, 1024 Canal 1 Santos SP


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